Você conhece os jogos emocionais?
Fez ou faz uso dessas práticas nas suas relações?
Grande parte das pessoas andam usando esses jogos em suas relações e conquistas amorosas.
Jogos
emocionais viraram para algumas pessoas a brincadeira predileta, do tipo :
esconde - esconde ( eu sumo e você sai para procurar), ou pega- pega (estou
sempre correndo quando você chega perto). E a mulherada sai atrás dos homens desesperadas, ele sumiu. Ele fugiu de mim.
Claro que tem homens que são vitimas também desse processo.
O
que eu acho de tudo isso?
Li
essa matéria no site Superela da colunista Marcela Oliveira e me identifiquei.
Não sei mais como me
relacionar no meio de tanto desinteresse
Eu não sei me relacionar nos moldes de hoje. Eu não sei.
Não sei tolerar desinteresse. Você conversa com a pessoa. A pessoa faz
charminho e demora a responder. Então vem aquela questão: ou você manda outra
mensagem em outro momento e corre o risco de ser taxada de chata ou
desesperada, ou sei lá mais o que só pelo fato de se mostrar interessada. Ou
então você desencana, e deixa a criatura te chamar quando quiser. Mas aí se corre
o risco de ser taxada de fria! Como assim???
Eu não sei jogar esse jogo de quem pode mais. Quem corre
mais atrás. Quem demonstra menos interesse. Esse jogo ridículo de egos inflados
e de pessoas vazias que parecem viver para provar algo para alguém o tempo
todo.
Eu não preciso provar para ninguém o quanto eu sou
legal
O quanto
eu sou interessante. Porque eu sou alguém que gosta de conversar, sou super
bem-humorada, não pego no pé de ninguém, não gosto de ser inconveniente, não
faço o tipo ciumenta psicopata e não tento prender ninguém. Tenho minha própria
vida e sou do tipo incentivadora. Mas eu não preciso emitir um atestado de
“pessoa legal” para o mundo saber das minhas qualidades. Não. Quem quiser conhecer minhas qualidades
que trate de se aproximar de mim.
Se eu estou interessada em me relacionar e conhecer uma pessoa, e essa pessoa faz esse
joguinho cansativo de desinteresse comigo, eu automaticamente perco o
interesse.
Foi pensando nessas relações plásticas de hoje em dia que
afirmo: eu não sei me relacionar
nos moldes de hoje. E esse é exatamente o tipo de coisa que não quero nem
aprender. Um salve às pessoas que ainda sabem se relacionar!